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Minha História

 
Confira a História de vida de Angela Rocha
Como todos dizem o artesanato já estava em meu DNA, pois minha mãe sempre esteve ligada ao artesanato, aprendeu sozinha a fazer crochê, a bordar, costurar e a fazer bolos artísticos.

Quando crianças, eu e minhas irmãs brincávamos muito com barro fazendo objetos, era a nossa diversão preferida. Depois que comecei a estudar, aprendi a gostar de esportes, joguei handebol por uns tempos até conhecer o volei, que foi minha paixão. Joguei até os meus 19 anos defendendo a minha escola e clubes.

Depois parei por causa do trabalho. Naquele tempo, o esporte não dava dinheiro. Então fui para faculdade e me esqueci do volei, pois estudava e trabalhava. O volei somente de vez em quando.

Casei com meus 21 anos e todos os enfeites do meu casamento foram feitos por mim. Lembrancinhas, bandejas para doces, baleiros, etc. Vieram as crianças e eu não queria trabalhar fora por causa delas.

Comecei fazendo artesanato como forma de ganhar dinheiro, uma renda extra. Nesta época minha irmã tinha uma loja de roupas estilo indiano. Comecei a bordar as roupas e as sapatilhas que ela fazia. Essa minha irmã começou a trabalhar com efeitos especiais numa produtora de vídeo e quando o serviço da produtora apertava todo mundo da família colaborava.

Minha irmã acabou fechando a loja e foi embora do país morar no Canadá. Fiquei um tempo sem fazer nada, a não ser cuidar das crianças, até que o volei entrou na minha vida novamente. Naquela época eu era muito tímida, mas como gostava muito do esporte resolvi voltar a praticá-lo.

Jogava na ACM de Osasco, porém lá o esporte era mais uma brincadeira e a equipe queria levar a sério. Formamos um time e passamos a defender a cidade de Osasco. Joguei em vários lugares, como o Sportville ao lado da mulher do José Roberto Guimarães. Foram anos de treino, jogos e muito divertimento.

Um dia sentada, em frente à tv, vi uma pessoa (que não me lembro quem era) fazendo algo com biscuit. Lembrei-me da massinha, que eu e minha irmã usávamos para um efeito especial de um dos comerciais que ela trabalhou. De repente, me deu uma vontade de fazer este "bendito" biscuit e corri atrás. Comprei os ingredientes e fiz a massa. Saiu uma beleza. Comecei a fazer umas coisinhas e gostei. A cada dia ia fazendo uma coisa nova.

Nos jogos de volei a mulherada brigava muito, como se fossem crianças de uns sete anos e eu achava muito engraçado as atitudes delas. Comecei então a brincar com isso, já que elas brigavam por uma medalha e por troféu, resolvi fazer medalhas e troféus de biscuit, para que todas participassem dos campeonatos.

Não sei como, mas tive a coragem de fazer essa brincadeira no campeonato do final de ano. Armei uma festa como se fosse o Oscar e combinei com uma amiga minha de nós nos vestirmos de preto, óculos de sol e um batom bem pink. Fizemos um discurso enorme. Tive até a coragem de fazer um troféu para cada uma, mas com características bem marcantes de cada pessoa. Coloquei um nome de filme que combinasse com cada uma delas. Foi muito legal e impressionante, a mulherada toda ficou quieta e atenta com o que estava acontecendo e eu nunca me imaginaria fazendo aquilo, pois eu era tímida demais. Rimos e nos divertimos muito e aquilo marcou todo mundo.

A partir daí, comecei a ser chamada para fazer esta brincadeira com outros times. Com isso, o artesanato começou a tomar conta do meu tempo e acabei largando o volei para me dedicar exclusivamente ao biscuit. Minhas peças já foram até expostas na Grand Central Station, em Nova York.

Ainda penso em voltar para o volei, pois existem times com equipes de variadas idades. Existem as que são conhecidas como as Damas de Ouro. São senhoras acima de 50 anos que jogam campeonatos até fora do país e eu pretendo fazer parte dele. Quem sabe um dia.

Porém o artesanato, o biscuit mudou a minha maneira de ver a vida, o modo de ver o mundo. Eu percebi que tanto o esporte quanto a arte conseguem fazer com que as pessoas falem a mesma língua e tenham a mesma idade. Serei uma eterna criança com o biscuit, pois brinco com formas e cores, e qual a criança que não gosta disso?
Fale com nossa Artesã(o)
(11) 3683-9746 / angela_biscuit@yahoo.com.br
Blog / Site: www.fotolog.terra.com.br/angelarocha
 
 


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